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Terapeuta em Belo Horizonte

Para quem já entendeu tudo e mesmo assim não consegue parar.

Você já fez terapia. Talvez esteja fazendo agora. Leu os livros, foi no retiro, comprou o curso, e continua acordando às cinco e vinte com o peito apertado antes de o dia começar.

Isso te faz sentir burra, e você não é. O que aconteceu foi outra coisa: você entendeu com uma parte de você e continuou obedecendo com a outra. Tem a lucidez e não tem o comando. Consegue explicar para uma amiga exatamente o que ela precisa fazer, com uma clareza que impressiona, e não faz nada do que explica.

Como eu trabalho

Eu atendo em Belo Horizonte e sou terapeuta há mais de vinte anos. Estudei Ayurveda na Índia, em regime de convivência com professores, ao longo de dez temporadas. Tenho formação em psicanálise, em hipnoterapia e em neurociência aplicada, e leio mapa védico desde antes de tudo isso.

Não são quatro consultórios diferentes. É uma leitura só, feita por quem aprendeu a ouvir a mesma pessoa por quatro portas.

O corpo mostra quem está pagando a conta, e isso é Ayurveda. A história mostra quando o corte foi feito, e isso é psicanálise e hipnoterapia. O mapa mostra o desenho que você já trazia quando chegou, e isso é Jyotiṣa. Nenhuma das quatro leituras sozinha diz o suficiente. Juntas, elas dizem bastante.

A ideia que organiza o meu trabalho

Você não perdeu energia. Você se dividiu.

Uma parte sua virou a patroa e a outra virou a funcionária, e as duas moram no mesmo corpo, negociando o dia inteiro. O cansaço vem dessa briga, e não do volume de trabalho. Daí você fazer metade do que fazia dez anos atrás e chegar em casa duas vezes mais moída. Daí descansar não descansar: parar interrompe o trabalho e deixa a negociação correndo.

Eu chamo isso de autocisão. É o corte que a pessoa faz contra si mesma para conseguir se adaptar a uma situação em que ser inteira sairia caro demais. O corte funciona, e é por isso que ele fica. Ninguém sustenta trinta anos uma estratégia que deu errado.

Erick Leite conduzindo um encontro coletivo em Belo Horizonte
Encontro coletivo. A sala é onde boa parte do trabalho acontece.

Para quem esse trabalho serve

  • Quem toca um negócio pequeno, aguenta tudo sozinha e não consegue delegar sem culpa.
  • Quem já fez terapia por anos e sente que entendeu muito e mudou pouco.
  • Quem tem sintoma no corpo que aparece antes de qualquer aviso da cabeça: o sono que quebra, a mandíbula travada, o intestino, a coluna.
  • Quem chegou num ponto da vida em que a pergunta deixou de ser como crescer e passou a ser o que fazer com o que foi construído.

Para quem não serve

Prefiro dizer isso aqui do que na terceira sessão.

Se você procura alguém que otimize a sua produtividade, não sou eu. Se você procura previsão, garantia de resultado ou um método que resolve em trinta dias, também não. E se você está num momento de sofrimento agudo, precisando de cuidado agora, o caminho é outro e eu prefiro te encaminhar bem do que te vender um processo de quatro encontros.

Uma clareza sobre títulos

Eu não sou médico nem psicólogo. Não emito diagnóstico, não prescrevo medicamento e não substituo tratamento de saúde. O que eu faço convive bem com acompanhamento médico e psicológico, e em vários casos eu peço que ele exista em paralelo.

Onde eu atendo

Belo Horizonte, presencial. Ao longo do ano eu também atendo em outras cidades e fora do país, em temporadas concentradas, e nesse formato os quatro encontros acontecem em dois dias seguidos em vez de quatro semanas.

Perguntas que sempre chegam

Qual a diferença entre você e um psicólogo?

Psicólogo é uma profissão regulamentada, com registro em conselho, e eu não tenho esse registro. Eu sou terapeuta, com formação em psicanálise, hipnoterapia, Ayurveda e astrologia védica. Na prática isso significa que eu não emito diagnóstico, não prescrevo e não substituo acompanhamento clínico. O meu trabalho convive com o de um psicólogo e em vários casos eu recomendo que os dois existam juntos.

Quanto tempo dura o processo?

O primeiro percurso tem quatro encontros e é completo em si mesmo. Você sai dele com um mapa do que está acontecendo e um primeiro movimento escrito. O que vem depois é uma segunda conversa, e nunca condição para o trabalho ter valido.

Você atende online?

O primeiro encontro é presencial, porque a leitura de pulso precisa da mão. O acompanhamento mais longo, quando existe, roda online sem perda.

Preciso acreditar em alguma coisa para o trabalho funcionar?

Não. Você precisa estar disposta a responder pergunta com honestidade e a experimentar mudança pequena entre um encontro e outro. Nada além disso.

Vocês usam oráculo. Isso é previsão?

Não. Em vinte anos atendendo eu nunca vi uma carta contar uma coisa que a pessoa não soubesse. Eu vi centenas de vezes uma carta dar permissão para ela finalmente falar. Se isso não faz sentido para você, é melhor descobrir agora.

Antes de marcar, responde sete perguntas

Dois minutos. Nenhuma delas pede o seu dinheiro. No fim você recebe uma leitura do que está acontecendo com você, e aí a gente decide juntos se faz sentido conversar.

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