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Astrologia védica em Belo Horizonte

Um retrato do desenho que você já trazia quando chegou.

Jyotiṣa quer dizer, mais ou menos, ciência da luz. É o sistema astrológico da tradição indiana, e ele é bem diferente do que a maioria das pessoas conhece por horóscopo.

A diferença que mais importa na prática: o Jyotiṣa trabalha muito com tempo. Ele descreve fases, ciclos e o que costuma amadurecer em cada período da vida. Menos sobre o que você é, mais sobre em que trecho você está.

O que eu faço e o que eu não faço

Sem previsão

Eu não digo o que vai acontecer, não marco data para acontecimento, não falo sobre morte, doença ou o desfecho de processo judicial, e não dou orientação financeira nem de investimento. Também não faço leitura sobre terceiros que não estejam na sala.

O que eu entrego é um retrato de tendências, para você olhar as suas escolhas com mais informação sobre o próprio desenho. A decisão continua inteira sua.

Como eu uso o mapa no trabalho clínico

Raramente o mapa aparece sozinho. Ele entra como uma quarta leitura, ao lado do corpo, da história e da causa.

Ele é especialmente útil em duas situações. A primeira é quando a pessoa não consegue explicar por que aquilo apertou justo agora, e o mapa mostra que ela entrou num trecho de vida com outra exigência. A segunda é quando ela carrega uma cobrança de ser uma pessoa que ela nunca foi, e o desenho mostra com clareza que ela está exigindo de si um funcionamento que não é o dela.

Nesses dois casos o mapa faz uma coisa que nenhuma conversa faz tão rápido: ele tira a pessoa do lugar de culpa e coloca ela no lugar de leitura.

Como é a leitura

01

Dados

Data, hora e cidade de nascimento. A hora importa muito, e se você não tiver certeza a gente conversa sobre o que dá para fazer.

02

Sua pergunta

Leitura sem pergunta vira palestra. Eu peço que você chegue com uma questão viva, do momento que você está atravessando.

03

A conversa

Cerca de noventa minutos, gravados, e você fica com o áudio. Ninguém lembra de leitura de mapa depois de três dias.

Minha formação nisso

Estudo Jyotiṣa há mais de vinte anos, dentro da tradição, em dez temporadas de estudo na Índia. Já fiz mais de mil atendimentos individuais ao longo da carreira, entre leituras e acompanhamento terapêutico.

Digo isso porque astrologia védica é uma área onde qualquer pessoa se apresenta como qualquer coisa, e você tem o direito de perguntar com quem estudou, por quanto tempo e onde. Pergunte isso a mim e a qualquer outro.

Perguntas que sempre chegam

Qual a diferença entre astrologia védica e a astrologia que eu conheço?

A ocidental usa o zodíaco tropical e a védica usa o sideral, então o seu signo solar costuma mudar de um sistema para o outro. E a védica dá muito mais peso a ciclos de tempo. Não é uma melhor que a outra, são leituras com finalidades diferentes.

Você prevê o futuro?

Não. Não marco data para acontecimento, não falo sobre morte ou doença e não dou orientação financeira. O que eu leio são tendências e trechos de tempo, para você decidir melhor.

Não sei a minha hora exata de nascimento. Dá para fazer?

Dá para trabalhar com uma faixa, e a leitura fica menos precisa em algumas camadas. Me conta o que você tem e eu digo com honestidade o que consigo ler e o que não consigo.

Preciso acreditar em astrologia?

Não. Uma boa parte das pessoas que eu atendo chega cética e usa o mapa como um espelho, e não como uma autoridade. Funciona bem assim.

A leitura é online ou presencial?

As duas coisas. A leitura de mapa é a única parte do meu trabalho que não perde nada à distância.

Antes de marcar, responde sete perguntas

Dois minutos. Nenhuma delas pede o seu dinheiro. No fim você recebe uma leitura do que está acontecendo com você, e aí a gente decide juntos se faz sentido conversar.

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